Versão 1.12.0
Clique com o botão direito no campo do código, em qualquer site, escolha um item e o código entra. Sem pop-up, sem trocar de janela, sem digitar seis dígitos antes que expirem.
O item aparece em campos de texto. Nada mais muda.
Inserir um código é a única coisa com que esta extensão encosta numa página. Vale ser preciso sobre o que isso significa: «consegue digitar em sites» e «consegue ler sites» são poderes bem diferentes, e só o primeiro está sendo pedido.
Não é um content script. Nas páginas que você visita não existe código da extensão. Ele é injetado só quando você escolhe o item do menu, e esse gesto concede uma aba, uma invocação, revogada assim que você navega. Depois não sobra nada.
A extensão não declara nenhuma permissão de host — a lista está na Chrome Web Store, são quatro entradas curtas e nenhuma é um site. Ela não consegue ler suas páginas abertas e não sabe que sites você visita.
Ela olha os campos de entrada com um único objetivo: decidir qual deve receber o código. O que encontra é usado ali mesmo e não vai a lugar nenhum. Nenhuma requisição de rede é feita nisso — não há servidor para onde mandar nada.
Se não há campo do qual ela tenha certeza, copia o código para a área de transferência e avisa, em vez de colocá-lo no lugar errado. Se um campo é curto demais para o código inteiro, ela recusa: um código truncado parece sucesso e falha na pior hora.
Nada disso precisa ser aceito na fé. Toda a parte que roda na página é um único arquivo legível, e é o único código que chega a rodar lá: leia no GitHub.
O changelog técnico completo está no GitHub: notas da versão.